BACCHUS IN TROPICS – THE WINE WOMEN WORKERS IN SÃO FRANCISCO VALLEY – BRAZIL

  1. O pessoal para o trabalho na indústria do vinho, sobretudo os enólogos, é recrutado no Sul do país e até mesmo no exterior e, recentemente, vem sendo formado na própria região. Para as atividades de campo, devido ao fato de no local existir o grande polo nacional de fruticultura irrigada, inclusive de produção de uva, encontra-se com facilidade mão-de-obra especializada para cada etapa do processo produtivo (CAVALCANTI et al., 2008) e também diferenciada por gênero para as diferentes tarefas. (CAVALCANTI; SILVA, 2008). A contratação é feita diretamente pelas empresas ou com a intermediação de empreiteiros. O sindicato de trabalhadores rurais tem exercido forte presença na fiscalização das condições de trabalho e na negociação salarial, por meio de dissídios coletivos, e também na regularização de direitos trabalhistas.

  2. A existência de vinícolas no Vale do Rio São Francisco, região do semi-árido, seria encarada anos atrás como uma espécie de lenda, um mito, como o Nego d´água, a Rasga Mortalha e a Mãe da Lua, esses personagens que habitam a memória dos antigos moradores das barrancas do rio. Mas de fato elas existem, as primeiras instalaram-se nos anos 80 na região, próximas à cidade de Petrolina, no estado de Pernambuco, favorecidas por um projeto de irrigação utilizando as águas do Velho Chico.” – Matéria no Estadão, fonte: http://blogs.estadao.com.br/olhar-sobre-o-mundo/vale-do-sao-francisco/

  3. Enquetesobre “..
    como o Nego d´água, a Rasga Mortalha e a Mãe da Lua, esses personagens que habitam a memória dos antigos moradores das barrancas do rio..” – alguém saberia me contar algo sobre estas lendas? – incluir enquete Facebook
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  4. Por que o desenvolvimento rural sustentável?

    Desenvolvimento rural sustentável representa um esforço em reunir aspectos complementares do processo de desenvolvimento, com foco na equidade socialeconômica e ambiental. Neste contexto, o diálogo entre diferentes áreas de intervenção pública é primordial. Há um crescente interesse em abordagens multi-dimensionais como caminhos indispensáveis para enfrentar os desafios atuais do planeta.Nossa principal preocupação é analisar a inter-secções no âmbito de políticas que permitam um impacto mais amplo e mais coordenado na vida das pessoas, especialmente de grupos marginalizados. Assim, as políticas que conciliam diversas agendas, tais como gênero e mudança climáticapobreza e meio ambienteinclusão produtiva e de distribuição de alimentos, estão no cerne de nossas atividades. – Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo.

  5. A Região

  6. Share
  7. A História das Vinícolas

    Com 800 hectares de uvas viníferas, o Vale do São Francisco responde por 30% da produção nacional. Das 12 vitivinícolas instaladas na região, 11 são de Pernambuco. É a única área vinícola do mundo situada em clima semi-árido. O mérito é do enólogo gaúcho Ineldo Tedesco, que desembarcou no Sertão pernambucano, nos anos 80, com a missão de produzir vinhos no Vale do São Francisco. Enólogo, descendente de imigrantes italianos com tradição no cultivo de uvas viníferas e produção artesanal de vinhos na região do Rio Grande do Sul, trabalhou em vinícolas como: Cooperativa Tamandaré, Heublein do Brasil e Maison Forestier. Sendo nesta última, em 1984 que testou uvas do Vale do São Francisco elaborando vinhos que comprovaram as excelentes qualidades da região,demonstrando a tendência de um futuro pólo vitivinícola. A partir daí, formou-se uma parceria entre Maison Forestier e a Fazenda Milano-Santa Maria da Boa Vista-PE, sendo Tedesco transferido para prestar assistência técnica na elaboração dos vinhos.

    ANOS 80
    Fundada em 1984, a vinícola Vale do São Francisco originou-se do primeiro projeto de irrigação do Vale do São Francisco implantado em 1972 , idealizado por Sr Francesco Pérsico e implantado por Jose Gualberto Almeida: a Fazenda Milano colocou sua primeira marca no mercado, “VINHAS DA MILANO”. Vinho Assemblage com a extraordinária adaptação dos varietais introduzidos. E, em 1985, produziu e lançou no mercado do Nordeste o primeiro vinho do Vale do São Francisco, chamado Vinhas da Milano, atualmente Botticelli.A VVSF lançou a marca Botticelli em 1986, composta por vinhos100% varietais. Em 1989 a primeira grande conquista, o CABERNET SAUVIGNON foi considerado o melhor tinto Nacional, logo em seguida o Chenin Blanc obteve no mesmo concurso a segunda colocação entre os brancos, sinal que o trabalho estava orientado de maneira correta. 

    ANOS 90
    A década de 90 reservava algumas surpresas para a vitivinicultura nacional, porem a VVSF consegue estabelecer-se e transformar a marca Botticelli em uma das mais importantes do Brasil. A pesquisa continuava sem parar, com varietais de todo mundo, procurando novos lançamentos para o mercado. Em 1991, adquiriu juntamente com sua esposa, Izanete Bianchetti Tedesco, também enóloga, uma propriedade em Lagoa Grande-PE, onde em 1993, iniciaram o plantio de uvas de mesa. Em 1995, plantaram uvas viníferas e, em 1998 foi elaborado e lançado no mercado o primeiro vinho com a marca BIANCHETTI, um tinto fino seco Cabernet Sauvignon, sendo a concretização do sonho do casal de enólogos.

    ANO 2000
    Quase dez anos depois lançamos excelentes novidades: em 2002 O Asti Botticelli e o Primeiro da linha COLEÇÃO Petite Syrah. Em 2003 gratas surpresas: RUBY CABERNET e TANNAT, dois vinhos que vieram ratificar a condição de pioneirismo e o compromisso da pesquisa contínua, já em 2004 o lançamento do espumante BRUT BOTTICELLI. Em 2008 serão mais quatro lançamentos, uma linha de vinhos de assemblage, composta por três vinhos e mais um Cabernet Sauvignon Premium. 

    ANO 2010

  8. Share
    TV Experimentare Gastronomia apresenta – Vinícola Botticelli – Vale do São Francisco
  9. A Tecnologia

  10. Os Dados

  11. Share
    Dia de Campo na TV – Vinhos tropicais: produção e qualidade
  12. Os Trabalhadores Rurais

    A partir da construção de uma rodovia de 72 km, que vai de Lagoa Grande a Santa Maria da Boa Vista, o pólo atraiu olhares dos investidores. A idealização da bianual Festa da Uva e do Vinho, em Lagoa Grande, também traz empresários para a região, inclusive estrangeiros. Tradicionais produtores de vinhos, como franceses (Ducos), portugueses (Dão) e italianos (Sereníssima), trataram de garantir seus quinhões de terra na região. Em duas décadas de atividade, a região se transformou no segundo pólo de vinhos do Brasil. Produzindo cerca de 12 milhões de litros de vinhos finos, o Vale fatura R$ 30 milhões por ano e gera 2,4 mil empregos, o que mudou a vida da população local, principalmente das mulheres.  
  13. Share
  14. As Curiosidades

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  16. Share
    Rural Meio-Dia – 21 02 2012 – Escola de samba conta a historia do vinho … – tinyurl.com/7f5cmky #clicRBS
  17. Você pode ajudar a contar mais histórias. Apoie o projeto

     direcionar para crowdfunding

  18. A Cultura – Manifestações Populares, Tradições, Dança, Música, Literatura

  19. A Gastronomia da região

  20. Share
    Leciane Lima – Culinária Regional Bode ao Vinho

Sobre baconostropicos

From the women land worker´s viewpoint a documentary on recent wine production in the tropics unique in the world with at least three annual harvests, held in the Valley of the São Francisco River that shows the impact of this agriculture growth in the economy and culture of such impoverished area,
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