Pré-Roteiro “Baco nos Trópicos”

  1. SOBE SOM: Trilha Sonora de Di Freitas e Samba de Véio
  2. Abertura com Imagens Aéreas das vinícolas, Rio São Francisco, Natureza do semi-árido, estrada, lavoura, campo, uvas, gastronomia, Petrolina, caatinga no por do sol .duração: 1´
  3. Fusâo de imagens dos pés do “Samba de Véio” , Samba de Côco, imagens da Ilha do Massangano –
     comunidade quilombola  em Petrolina com pés nas trabalhadoras das vinícolas pisando as uvas….
  4. (obs. os 4 videos abaixo não aparecem no doc, estão apenas como referência da trilha sonora a ser utilizada na matéria).
  5. Trilha sonora Samba de Véio

  6. Instrumental SESC Brasil – Di Freitas – Descendo a Serra (Di Freitas) – 17/03/2009
  7. MARIA JOELMA DA SILVA – Secretária de Assalariados do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Petrolina. Ao longo de 48 anos de existência do STR de Petrolina destaca-se o trabalho de organização de mulheres e jovens rurais. Na diretoria, composta de 21 pessoas, 50% são mulheres.
  8. Entrevista com MARIA JOELMA DA SILVA – 
    Secretária de Assalariados do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Petrolina. 
    Missão:

    • Defender e lutar pelos direitos dos trabalhadores assalariados rurais, tais como: campanha salarial; acordos e dissídios coletivos de trabalho; cumprimento de direitos trabalhistas, tais como assinatura de carteira de trabalho; abertura de ação judicial em prol de direitos não pagos. Para isso, a Secretaria de Assalariados Rurais atua em parceria com as outras secretarias e recebe suporte do Departamento Jurídico da entidade.

    • Também é função da secretaria promover mobilização, encontros, reuniões que envolva a participação dos assalariados e assalariadas rurais do município.

  9. Joelma fala das conquistas das mulheres, assseguradas pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Petrolina na CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012, a saber:

    CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA – CRECHES – Determina-se a instalação de local destinado à guarda de crianças em idade de amamentação, quando existentes, na empresa, mais de 20 (vinte) mulheres maiores de 16 (dezesseis) anos, facultado o convênio com creches.

    CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUARTA – TRABALHO DA MULHER  – O trabalho da mulher será executado na conformidade da proteção contida na legislação em vigor, levando-se em conta as peculiaridades físicas e fisiológicas

    CLÁUSULA QUINQUAGÉSIMA SEGUNDA – PERÍODO DE AMAMENTAÇÃO – a) Assegura-se à trabalhadora rural um descanso especial de meia hora por cada turno de trabalho, com vista à amamentação do próprio filho, até que este complete 06 (seis) meses de vida.b) É garantido às mulheres, no período de amamentação, o recebimento de salário sem prestação de serviços, quando o empregador não cumprir com o estabelecido na cláusula 43ª desta Convenção Coletiva de Trabalho.

    CLÁUSULA SEXAGÉSIMA PRIMEIRA  – SAÚDE DA TRABALHADORA RURAL E DO TRABALHADOR RURAL – a) Fica assegurada à mulher trabalhadora rural a liberação remunerada 01 (um) dia por ano, para fins de exames preventivos de câncer, mediante comprovação através do competente atestado médico ou, então, por meio de declaração firmada pelo hospital ou pela clínica médica em que tiver sido realizado o exame, desde que tal declaração seja feita em papel timbrado e seja apresentada no original.

  10.  “O segredo para ser feliz é fazer o que você gosta e se identifica” – Josivânia Souza

    Entrevista com Josivânia Ribeiro Cruz Souza.  Josivânia de 30 anos, é aquela mulher “arretada” que tem mil atividades por dia. Ela vai frequentemente para a cidade de São José do Belmonte (PE), onde trabalha no Sindicato dos Trabalhadores Rurais e também para Serra Talhada, onde se encontra com o Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Sertão Central.
    Nesta entrevista ela conta como o trabalho na lavoura de uva modificou sua vida. Além desse trabalho, Josivânia ainda faz roça no sítio que mora – cerca de 15 km da cidade – com plantação de milho, feijão e criação de animais, como ovelhas. Vânia, como é chamada, cuida também da casa e de sua filha Larissa, de 10 anos. A menina se ocupa com muitas atividades assim como a mãe e, depois da escola, a ajuda com as atividades domésticas. Enquanto seu marido passa a semana em São José do Belmonte para trabalhar e estudar (ele está cursando economia), Vânia cuida dos outros afazeres.

    Imagens de cobertura do seu dia-a-dia (acordando, alimentando os filhos, indo para a lavoura, trabalhando no campo) ilustram sua fala, que irá pontuar todo documentário.  Mais 3 entrevistas com mulheres da lavoura irão complementar sua fala.

    O Roteiro final será trabalhado na edição de Joana Nin.

    Duração aproximada das falas das 4 mulheres: 12´ 
  11. Entrevista com Maria do Socorro, de 44 anos, que colhe uvas do tipo cabernet sauvignon enquanto ouve seu radinho de pilhas. Maria do Socorro conta porque 
    “Tratar” o cacho de uva é tarefa feminina, pois à mulher cabe a “delicadeza de gestos” e o “senso estético” necessários à produção da uva que responde aos padrões de qualidade requeridos. Fala sobre como a EMBRAPA prepara e qualifica a mão-de-obra feminina na lavoura de uvas.
  12. Detalhe do viço das uvas. Parreiral da Vinícola Terroir do São Francisco. Lagoa Grande, Pernambuco. 
  13. Entrevista com 
    Eliane Maria, trabalhadora da Vinícola Ducos do São Francisco, que faz a chamada “desfolha”. Ela  explica como funciona  o processo de retirar o excesso de folhas das parreiras, para que os cachos de uvas absorvam mais sol. Ela conta como foi sua capacitação para a tarefa através da Escola do Vinho e da Embrapa e como seu trabalho nas plantações de uva mudaram sua vida.
  14. Entrevista com  FRANCISCO MACEDO DE AMORIM – ESCOLA DO VINHO
    Professor Enologia – IF Sertão-PE
    Coordenador da Escola do Vinho – IF Sertão-PE
    Coordenador do Curso Superior de Viticultura e Enologia – IF Sertão-PE

     A escola oferece cursos de nivel Graduação e Pós-Graduação na área de friticultura e irrigação. eLE conta  porque no desenvolvimento do Vale destacam-se a eficiência tecnológica, a competitividade de suas condições naturais e o seu impacto na geração de empregos, ainda que a sua maior influência esteja na geração de empregos indiretos.  Explica porque as mulheres são mais aptas a executar tarefas que tenham como fim a produção de uvas para exportação, de acordo com padrões internacionais prefixados, o que pressupõe o reconhecimento de que o trabalho feminino é qualificado, já que para garantir um produto final bem acabado é requerida uma qualificação com conhecimento específico. Os salários, entretanto, em Petrolina, são unificados para todos os trabalhadores, independente da tarefa a ser executada. duração: 1 ´

  15. Entrevista com jovens que estão sendo treinadOs pelo Embrapa e Escola do Vinho (lavoura, enólogas, técnicas em viticultura e irrigação.). ElEs contam porque  o clima semi-árido (quente e seco) permite a colheita de uvas de altissima qualidade, EXPLICAM AS 3 SAFRAS ANUAIS e quais suas prespectivas para o futuro e como as mulheres começam a ingressar numa área até então predominantemente masculina. duração: 2´
  16. Acompanharemos trechos de uma aula de enologia e entrevistaremos alguns alunos.
  17. A CONFIRMAR – Entrevista com SEBRAE e VALEXPORT
  18. Entrevista com  da EMBRAPA – irrigação. Fala sobre como as  Plantações no Vale só foram possíveis graças ao sistema de irrigação das águas do Rio São Francisco e porque o semi-árido nordestino é o único lugar no mundo que permite até 3 colheitas anuais. O solo é uma consequencia da deposição do Rio são Francisco que formou este vale e que na sua constituição possui bastante argila com cascalhos, o que promove um bom arejamento de raízes e drenagem. Duração 1´
  19. Imagens da EMBRAPA, tecnologia, estudos, pesquisa, laboratórios
  20. Imagens aéreas das vinícolas.
  21. vINÍCOLA BIANCHETTI – Entrevista com Izaneti Bianchetti neta de Ineldo Tedesco – responsável nos anos 80 pela implantação da 1a. vinícola na região. Ela conta como foi a chegada da família, dificuldades e como a atividade passou de geração para geração e como os jovens atualmente se preparam para lidar com a lavoura. A Adega Bianchetti é a concretização do sonho de um casal de enólogos com vasta experiência no sul do país e no Vale do São Francisco. O plantio de uvas viníferas que deu início à produção, em 1993, logo deu vida a vinhos jovens, finos e leves. Em 1998, foi lançado no mercado o primeiro Bianchetti.Por serem produzidos em tanques de aço inox, através de moderna tecnologia, os vinhos Bianchetti conservam todas as características das uvas culltivadas no Vale. O processo de fermentação controlada por refrigeração também garante o sabor dos vinhos Bianchetti, em meio ao clima quente da região.Serão usadas imagens de arquivo e fotos do acervo da família pioneira na lavoura de uvas no semi-árido. duração: 1´
  22. Entrevista com Djalma de Sousa, o “Codó”, de 41 anos, mostra com orgulho uma cesta cheia de uvas do tipo regner. Vinícola Santa Maria, Lagoa Grande, Pernambuco. Ele fala sobre o que pensa da participação e o papel da mulher nas lavouras de uva do Vale de São Francisco, Duração: 1´
  23. Entrevista com João Santos da Vinícola Vinibrasil

     Em contraste com a vinícola Bianchetti, que tem uma estrutura mais familiar , a ViniBrasil foi criada em 2003 com o objetivo de produzir vinhos de padrão internacional, para exportação, a partir do Vale do São Francisco. Os vinhos Rio Sol, resultado de um projeto inovador e ousado, podem ser encontrados em lojas e supermercados de Londres, Nova York e Tóquio, assim como em qualquer loja da Expand no Brasil. A ViniBrasil é resultado da audácia de um grupo português que produz e exporta vinhos a Dão Sul. Mesmo com uma história tão curta de vida, o Rio Sol já é vendido para mais de 20 países diferentes, incluindo os grandes exportadores de vinho como a França, Espanha, Itália e Estados Unidos. Além do preço competitivo – no Brasil custa cerca de R$ 18  e, na Europa, cinco euros – o vinho ganhou espaço porque tem qualidade. A prova disso são os 83 pontos obtidos na lista dos top 100 da celebrada revista americana Wine Spectator e a medalha de bronze no Decanter World Wine Awards, da revista inglesa Decanter. A ViniBrasil produz cerca de um milhão de litros anualmente sendo que 30% são destinados para a exportação. São três marcas de vinho diferentes produzidos: o Rio Sol, produto para exportação, mas encontrado também em hotéis, restaurantes e algumas lojas de vinho do Brasil, e os mais populares, que são a Adega do Vale, encontrado nos supermercados das grandes cidades, e o Rendeiras, que tem uma característica mais regional, para valorizar as rendeiras da região do São Francisco. É nesse cenário quente e fértil que a ViniBrasil atua há mais de cinco anos e tem como principais diferenciais o investimento em pesquisa e na inovação tecnológica. João Santos explica como os resultados crescentes são colhidos a cada safra e a cada ano. duração: 1´
  24. Imagens das mulheres na lavoura. 30´´

    Sobe som.
  25. Vinícola DUCOS – Entrevista com Rodrigo Fabian.  Vinícola com investimento Italiano encabeçada por enólogo francês. A filosofia da empresa e de seu enólogo consiste em produzir vinhos de altíssima qualidade, aliando o grande potencial do mais revolucionário e promissor terroir do novo mundo à competência e à tradição da vitivinicultura do velho mundo. 
    Procuramos promover a cultura do vinho como um produto diferenciado, único na tipicidade de cada varietal e na forma individual da sua percepção como “arte”.  diz o enólogo francês – Ele diz porque em  Pernambuco observa-se divisão sexual do trabalho, segundo a qual, aos homens são reservadas as tarefas na cultura da manga, enquanto as mulheres são as preferidas para a produção de uvas. Esta vinícola trabalha com 100% de mão de obra feminina na colheita. Apoiando-se em uma divisão do trabalho doméstico, baseada nas relações de gênero, os empresários se utilizam de tais características na hora de recrutar a mão de obra para a fruticultura. Conta como são feitos os investimentos estrangeiros na região.
  26. CRÉDITOS FINAIS: 30´´ 

    CRÉDITOS FUTURA (VER COM ADRIANA LEVIS)
    PRODUÇÃO, ROTEIRO E DIREÇÃO: IÊDA ROZENFELD
    MONTAGEM: JOANA NIN
    FINALIZAÇÃO: ADENILSON CUNHA
    DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA E CAMERA 1: IGOR CABRAL
    STILL, MIDIAS SOCIAIS E CAMERA 2: GABRIELA LEITE
    ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO E SOM: CACÁ DIAS
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Sobre baconostropicos

From the women land worker´s viewpoint a documentary on recent wine production in the tropics unique in the world with at least three annual harvests, held in the Valley of the São Francisco River that shows the impact of this agriculture growth in the economy and culture of such impoverished area,
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