Notícias do Mundo do Vinho

  1. BRASIL INOVA NA PRODUÇÃO DE VINHOS TROPICAIS
    Graças ao clima quente e seco do Nordeste,a colheita da uva acontece o ano todo, ao contrário das regiões mais frias e tradicionais de cultivo, onde há apenas uma safra por ano.Por se tratar de uma experiência única, a produção de vinho na Região de Petrolina (PE) é hoje uma referência mundial, mas ainda assimnão cessaram os investimentos em pesquisa ea busca de uma variedade de uva que se adapte melhor às peculiaridades do clima. – fonte FINEP – 
    http://www.finep.gov.br/imprensa/revista/segunda_edicao/05_Brasil inova na produção de vinhos tropicais.pdf
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    Globo Reporter Vinho & Saude 17.12.2010 parte 04 http://www.tamoligado.net
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    Conheça melhor algumas das vinícolas brasileiras neste grande site de consulta
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    UM NOME DE PESO RECUA NO AUMENTO DE IMPOSTOS, leia em: http://vejario.abril.com.br/blog/vinoteca/
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BACCHUS IN TROPICS – THE WINE WOMEN WORKERS IN SÃO FRANCISCO VALLEY – BRAZIL

  1. O pessoal para o trabalho na indústria do vinho, sobretudo os enólogos, é recrutado no Sul do país e até mesmo no exterior e, recentemente, vem sendo formado na própria região. Para as atividades de campo, devido ao fato de no local existir o grande polo nacional de fruticultura irrigada, inclusive de produção de uva, encontra-se com facilidade mão-de-obra especializada para cada etapa do processo produtivo (CAVALCANTI et al., 2008) e também diferenciada por gênero para as diferentes tarefas. (CAVALCANTI; SILVA, 2008). A contratação é feita diretamente pelas empresas ou com a intermediação de empreiteiros. O sindicato de trabalhadores rurais tem exercido forte presença na fiscalização das condições de trabalho e na negociação salarial, por meio de dissídios coletivos, e também na regularização de direitos trabalhistas.

  2. A existência de vinícolas no Vale do Rio São Francisco, região do semi-árido, seria encarada anos atrás como uma espécie de lenda, um mito, como o Nego d´água, a Rasga Mortalha e a Mãe da Lua, esses personagens que habitam a memória dos antigos moradores das barrancas do rio. Mas de fato elas existem, as primeiras instalaram-se nos anos 80 na região, próximas à cidade de Petrolina, no estado de Pernambuco, favorecidas por um projeto de irrigação utilizando as águas do Velho Chico.” – Matéria no Estadão, fonte: http://blogs.estadao.com.br/olhar-sobre-o-mundo/vale-do-sao-francisco/

  3. Enquetesobre “..
    como o Nego d´água, a Rasga Mortalha e a Mãe da Lua, esses personagens que habitam a memória dos antigos moradores das barrancas do rio..” – alguém saberia me contar algo sobre estas lendas? – incluir enquete Facebook
    link para fan page – https://www.facebook.com/baconostropicos
  4. Por que o desenvolvimento rural sustentável?

    Desenvolvimento rural sustentável representa um esforço em reunir aspectos complementares do processo de desenvolvimento, com foco na equidade socialeconômica e ambiental. Neste contexto, o diálogo entre diferentes áreas de intervenção pública é primordial. Há um crescente interesse em abordagens multi-dimensionais como caminhos indispensáveis para enfrentar os desafios atuais do planeta.Nossa principal preocupação é analisar a inter-secções no âmbito de políticas que permitam um impacto mais amplo e mais coordenado na vida das pessoas, especialmente de grupos marginalizados. Assim, as políticas que conciliam diversas agendas, tais como gênero e mudança climáticapobreza e meio ambienteinclusão produtiva e de distribuição de alimentos, estão no cerne de nossas atividades. – Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo.

  5. A Região

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  7. A História das Vinícolas

    Com 800 hectares de uvas viníferas, o Vale do São Francisco responde por 30% da produção nacional. Das 12 vitivinícolas instaladas na região, 11 são de Pernambuco. É a única área vinícola do mundo situada em clima semi-árido. O mérito é do enólogo gaúcho Ineldo Tedesco, que desembarcou no Sertão pernambucano, nos anos 80, com a missão de produzir vinhos no Vale do São Francisco. Enólogo, descendente de imigrantes italianos com tradição no cultivo de uvas viníferas e produção artesanal de vinhos na região do Rio Grande do Sul, trabalhou em vinícolas como: Cooperativa Tamandaré, Heublein do Brasil e Maison Forestier. Sendo nesta última, em 1984 que testou uvas do Vale do São Francisco elaborando vinhos que comprovaram as excelentes qualidades da região,demonstrando a tendência de um futuro pólo vitivinícola. A partir daí, formou-se uma parceria entre Maison Forestier e a Fazenda Milano-Santa Maria da Boa Vista-PE, sendo Tedesco transferido para prestar assistência técnica na elaboração dos vinhos.

    ANOS 80
    Fundada em 1984, a vinícola Vale do São Francisco originou-se do primeiro projeto de irrigação do Vale do São Francisco implantado em 1972 , idealizado por Sr Francesco Pérsico e implantado por Jose Gualberto Almeida: a Fazenda Milano colocou sua primeira marca no mercado, “VINHAS DA MILANO”. Vinho Assemblage com a extraordinária adaptação dos varietais introduzidos. E, em 1985, produziu e lançou no mercado do Nordeste o primeiro vinho do Vale do São Francisco, chamado Vinhas da Milano, atualmente Botticelli.A VVSF lançou a marca Botticelli em 1986, composta por vinhos100% varietais. Em 1989 a primeira grande conquista, o CABERNET SAUVIGNON foi considerado o melhor tinto Nacional, logo em seguida o Chenin Blanc obteve no mesmo concurso a segunda colocação entre os brancos, sinal que o trabalho estava orientado de maneira correta. 

    ANOS 90
    A década de 90 reservava algumas surpresas para a vitivinicultura nacional, porem a VVSF consegue estabelecer-se e transformar a marca Botticelli em uma das mais importantes do Brasil. A pesquisa continuava sem parar, com varietais de todo mundo, procurando novos lançamentos para o mercado. Em 1991, adquiriu juntamente com sua esposa, Izanete Bianchetti Tedesco, também enóloga, uma propriedade em Lagoa Grande-PE, onde em 1993, iniciaram o plantio de uvas de mesa. Em 1995, plantaram uvas viníferas e, em 1998 foi elaborado e lançado no mercado o primeiro vinho com a marca BIANCHETTI, um tinto fino seco Cabernet Sauvignon, sendo a concretização do sonho do casal de enólogos.

    ANO 2000
    Quase dez anos depois lançamos excelentes novidades: em 2002 O Asti Botticelli e o Primeiro da linha COLEÇÃO Petite Syrah. Em 2003 gratas surpresas: RUBY CABERNET e TANNAT, dois vinhos que vieram ratificar a condição de pioneirismo e o compromisso da pesquisa contínua, já em 2004 o lançamento do espumante BRUT BOTTICELLI. Em 2008 serão mais quatro lançamentos, uma linha de vinhos de assemblage, composta por três vinhos e mais um Cabernet Sauvignon Premium. 

    ANO 2010

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    TV Experimentare Gastronomia apresenta – Vinícola Botticelli – Vale do São Francisco
  9. A Tecnologia

  10. Os Dados

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    Dia de Campo na TV – Vinhos tropicais: produção e qualidade
  12. Os Trabalhadores Rurais

    A partir da construção de uma rodovia de 72 km, que vai de Lagoa Grande a Santa Maria da Boa Vista, o pólo atraiu olhares dos investidores. A idealização da bianual Festa da Uva e do Vinho, em Lagoa Grande, também traz empresários para a região, inclusive estrangeiros. Tradicionais produtores de vinhos, como franceses (Ducos), portugueses (Dão) e italianos (Sereníssima), trataram de garantir seus quinhões de terra na região. Em duas décadas de atividade, a região se transformou no segundo pólo de vinhos do Brasil. Produzindo cerca de 12 milhões de litros de vinhos finos, o Vale fatura R$ 30 milhões por ano e gera 2,4 mil empregos, o que mudou a vida da população local, principalmente das mulheres.  
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  14. As Curiosidades

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    Rural Meio-Dia – 21 02 2012 – Escola de samba conta a historia do vinho … – tinyurl.com/7f5cmky #clicRBS
  17. Você pode ajudar a contar mais histórias. Apoie o projeto

     direcionar para crowdfunding

  18. A Cultura – Manifestações Populares, Tradições, Dança, Música, Literatura

  19. A Gastronomia da região

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    Leciane Lima – Culinária Regional Bode ao Vinho
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Notícias do Mundo do Vinho

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    Globo Reporter Vinho & Saude 17.12.2010 parte 04 http://www.tamoligado.net
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O Novo Mundo do Vinho – Monica Carvalho – chefe de reportagem da TV Jornal- SBT/PE

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Making of da estratégia de mídia digital no webdoc “Baco nos Trópicos”

  1. Estou pensando em como poder transformar meu projeto de documentário num projeto Transmídia, em que para cada plataforma , no caso TV, Cinema e Web, os conteúdos fossem originais e diversificados. Ao mesmo tempo, como fazer com que a web seja uma continuação auto-sustentável em termpos de conteúdo. Gostaria que as pessoas postassem suas histórias e experiências estimuladas pelo documentário, usando uma ferramenta que hioje em dia pode estar ao alcance de qualquer trabalhador, da cidade ou do campo: o BLOG!
  2. Me pergunto: como será o uso da tecnologia no campo, sob a ótica doas trabalhadores rurais? 
  3. Agreste Meridional será contemplado com um Parque Tecnológico – 10 de janeiro de 2011

    “O município de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, receberá até o final deste ano, o Parque Tecnológico. O projeto contará também com a criação do Museu do Queijo de Coalho de Pernambuco e do Centro de Ensino de Ciências Tecnológicas. Além, da construção de um Centro de Convenções com auditórios e capacidade para mil pessoas. O parque beneficiará todo o Agreste Meridional.   
    O museu será um espaço que mostrará as tradições e cultura do homem do campo. O agreste meridional é conhecido como a Bacia Leiteira do Estado e, caracteriza-se principalmente, pela pecuária. O objetivo do local é mostrar a força econômica que o setor representa para Pernambuco.   
    O Instituto atuará desenvolvendo demonstrações de degustação e apreciação do queijo de coalho no museu e palestras e cursos no Centro de Ensino de Ciências Tecnológicas. Já o Centro de Ensino de Ciências tem o objetivo de capacitar jovens da região, oferecendo cursos profissionalizantes voltados a cadeia produtiva leiteira.   
    O projeto será realizado através da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (Sectma) por meio de um convênio com o Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Rural de Pernambuco (UFRPE) e Universidade de Pernambuco (UPE).   
    O projeto irá funcionar no prédio do Bom Pastor. O local passará por uma reforma orçada em R$ 18 milhões. Através de um convênio com a Sectma, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) captou R$ 4 milhões para dar inicio à recuperação do prédio e implantação do Parque Tecnológico.”

    FONTE: JC ONLINE >> NÚCLEO SJCC GARANHUNS 

  4. Como meu público primeiro a atingir são as mulheres trabalhadoras rurais do campo, começo a estudar este perfil:

    “Em Pernambuco, a proporção de analfabetos na faixa
    etária de 15 anos ou mais diminuiu de 21%, em 2004, para 18%, em 2009.
     Conforme PNAD de 2009, em
    Pernambuco, a população analfabeta do sexo feminino representa 54,8% do total
    de analfabetos de 15 anos
    e a população analfabeta do sexo masculino
    representa 45,2% do total da população analfabeta de 15 anos e mais. Em
    números absolutos os analfabetos
    masculinos atingem aproximadamente 571.000,
    enquanto a população
    feminina atinge o total de 693.000
    . Nas áreas rurais, a população total de 15
    anos e mais analfabeta é de aproximadamente 464.000 pessoas, sendo 253.000 do
    sexo masculino e 211.000 do sexo feminino. Outros aspectos que
    merecem destaque e interferem no bem-estar social são: (i) acesso ao
    esgotamento sanitário, (ii) água, (iii) energia e (iv) distribuição de renda.

    Apesar
    do avanço, Pernambuco encontra-se entre os dez Estados com maior índice de analfabetos,
    como demonstra o gráfico a seguir:

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  6. onde tudo (re)começou. Baco nos Trópicos é um projeto que escrevi há 5 anos atrás, época que produzi e dirigi a série de TV “Vinho & Algo Mais”, baseada em livro homônimo de Marcelo Copello, apresentador do programa, exibida de 2003 a 2005 nos vôos internacionais da Varig. 
  7. A idéia era mesclar vinho, cultura, arte, história, política, economia, gastronomia, sustentabilidade e turismo num programa que visitasse as vinícolas mundo, Realizamos 12 programas e gravamos em vinícolas do Uruguai, Portugal, Brasil e Itália. 
  8. Em Portugal, por exemplo, descobrimos que Setúbal era a cidade natal do poeta Bocage, assim, fizemos um programa sobre vinhos e que também contava um pouco a história deste famoso personagem da história!
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    Vinho e Algo Mais – Navegando por Bocage
  10. Em 2005 o programa cobriu a Vinitaly, uma das maiores feiras de vinhos do Mundo, em Verona, Itália. Foi lá que pela 1a. vez tive contato com os vinhos da região do Vale de São Francisco.
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  12. No mesmo ano estreamos em TV Aberta, com um formato um pouco diferente na na TVJB atingindo 1 ponto no Ibope.
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  14. Depois disso me especializei em Cinema Etnográfico na Fiocruz e nesta linha narrativa está sendo desenvolvida esta nova série Transmedia Multiplataforma “Baco nos Trópicos” . A idéia é usar um olhar etnográfico para criar uma reportagem para o Canal Futura, desta vez usando narrativas pessoais de trabalhadoras do campo mostrando com a uva mudou seu dia-a-dia. As plataformas a serem usadas são:

    1) TV – através de versões do documentário de 15´,  25´ e 52´
    2) WEB – a web será a plataforma utilizada para  todo o material que não entrar no corte que vai ao ar nas TV – depoimentos, fotos, making of, pré-produção, etc….  e para interagir com os espectadores.
    3) Cinema – versão em full HD para exibição em salas de cinema e festivais de documentário
  15. 1. Criei uma conta no Google aonde irei armazenar e compartilhar documentos, emails, tabelas, gráficos, etc….
  16. e este gráfico de  com dados do IBGE – PERNAMBUCO – Lavoura Permanente – 2010, mostrando que a uva já superou em termos de valor de produção as duas maiores frutas antes produzidas no estado: banana e manga.
  17. Depois foi só incorporar o HTML do gráfico interativo no site e:
  18. 2. Criei um site através do storify – ferramenta que possibilita a organização da pesquisa e ao mesmo tempo a publicação do blog no site no wordpress, onde hospedei gratuitamente o Blog do documentário “Baco nos Trópicos”.  
  19. A escolha desta ferramenta é fundamental, pois ela atualiza automaticamente meu blog/site durante minha etapa de pesquisa e pré-produção a partir de um clique. Assim otimizei meu tempo, pois garanto que diariamente terei material “fresco” sendo postado, tendo que administrar apenas a Fan Page e suas eventuais enquetes.
  20. Mas já começo a vislumbrar quem posso chamar pra me ajudar a gerenciar as Ferramentas de Mídia Social !  Precisarei de pelo menos 2 pessoas: alguém da área técnica de proc de dados, que domine banco de dados e seja designer com familiaridade com joomla e um 
    “engagement editor”  que possa acompanhar as postagens e manter os sites atualizados, junto comigo. Assim, poderei me dedicar a outras tarefas – roteiro, produção e direção. Porque um fator importante é manter sempre o site atualizado. Neste caso temos a atualizar:
    – Fan Page – de 2a 5 x semana : enquete, notícias, sorteios

    – Blog – diariamente pelo menos 1 postagem
    – Pinterest – diariamente pélo menos 1 foto
  21. Mas queria ousar mais no design. Resolvi usar o Joomla para customizar o design.Precisava de um servidor para usar o wordpress.org. Assim transferi o blog para o servidor da página da minha produtora Contrafluxo através de um aplicativo de exportar e importar do wordpress. Depois foi escolher o theme do joomla., baixar o pacote e instalar no meu servidor. Ainda estou alterando o desgin, mas o resultado preliminar já pode ser visto em: Baco nos Trópicos (www.contrafluxo.com.br)
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  23. As outras ferramentas que escolhi são o Pinterest para imagens e o Northsocial. Para a campanha de crowdfunding estou na dúvida ainda entre escolher um site de sucesso nacional (kickstarter) ou de alcance mundial (IndieGoGo). Talvez faça duas campanhas diferentes (por. exemplo, campanha para legendagem do filme no IndieGoGo e para alugar um helicóptero para as gravações no Kickstarter).
  24. Pesquisando as últimas notícias do mundo do vinho, a sorte bate a minha porta e leio a seguinte notícia: MDIC abre investigação de salvaguarda para importação de vinhos.

    Pronto! Já tenho um assunto polêrmico sobre o vinho nacional que poderá ser a 1a. enquete para atrair fãs para minha Fan Page. 
  25. Como ainda não conheço 100% do meu público (apenas imagina qual ele é) , faço a seguintye enquete:

    Você é a favor da reserva de mercado para vinhos nacionais? Salvaguardas não constituem pecados mortais. Os EUA, assim como a União Europeia, agem de maneira extremamente protecionista. São inerentes ao capitalismo a disputa e a proteção de mercados e empregos. Mas numa democracia a regra permite oposição a tais ideias. A bola está em jogo. A próxima semana será crucial, pois o Ibravin deverá encontrar blogueiros e jornalistas para explicar suas posições e, espera-se, ouvir a opinião de todos.
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  27. Coloco no site um link para a Fan Page do Facebook com a enquete, porém no site ouso mais no texto:
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  30. Hoje percebi que o grande chamariz da Fan Page é como você “vende” seu tema. Ou seja, o tema da página (seu nome, fotos, texto) deve ser atraente suficiente para fazer a pessoa curtir. Vou fazer uma tentativa: ao invés de Baco nos Trópicos vou criar algo tipo “Amo Vinhos do Nordeste” ou “Eu quero ir a uma degustação de Vinhos do Nordeste”  ou “Eu quero ganhar um vinho do Nordeste”. Ou melhor ainda, porque junta fãs de vinho e amigos: “Curta esta página e concorra a uma caixa de vinhos do Nordeste do Brasil e ainda apoie a produção do documentário “BACO NOS TRÓPICOS” . Esta última me parece mais correta para atrair o fã em potencial. Agora é motivá-lo a curtir e interagir. Pensei em usar “gamification” para ir envolvendo a comunidade no assunto em questão. Criar um game, com perguntas sobre vinho do nordeste. Perguntas semanais, ou, diárias (se eu tiver como ter alguém me ajudando a bolar as perguntas e monitorando as respostas). Será que consigo alterar a página que fiz no FB?
  31. “Gamification, the use of gameplay mechanics for non-game applications, is transforming online news into an engaging, social and fun activity. It’s quickly becoming the next frontier in web and mobile technology.” – fonte: How Gamification Can Make News Sites More Engaging
  32. O mais engraçado foi como percebi isso. Recebo o convite de uma amiga de FB para curtir a página “Bloco Gostosas de Trinta”. Isso mesmo, “Bloco Gostosas de Trinta”. A página é tão engraçada e bem-humorada que me fez pensar, o que atrai maior número de fãs….??? Como a criação é livre, existe página pra tudo… a idéia é juntar pessoas em uma causa comum.
  33. o post na fan page deve ser curto e direto. Postagens com menos de 80 caracteres recebem 66% a mais de engajamento.  ”
    Retail brand Wall Posts less than 80 characters in length receive 66% higher engagement than longer Posts. Very concise Posts – those between one and 40 characters – generate highest engagement. Only 5% of all retail brand Wall Posts are less than 40 characters in length, even though these receive 86% higher fan engagement.” – fonte: 10 Powerful Tips to Increase Fan Engagement on Facebook
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  35. Aproveitei e criei também a Fan Page no Facebook onde irei colocar algumas enquetes, sorteios, etc… um espaço onde espero ter a maior interação com a comunidade do FB. 

    O próximo passo é configurar o design do Blog e da Fan Page para finalmente divulgá-las para as comunidades no dia 2 de Abril de 2010.
  36. Este projeto foi estrategicamente estruturado durante o curso 
     “Ferramentas Digitais para o Jornalismo de Interesse Público”, promovido desde 2010 pelo 
    O ICFJ (International Center for Journalists)  .  “O enfoque do programa é a apropriação crítica em torno das ferramentas digitais para a cobertura de temas de interesse público, que vão desde saneamento básico à educação e saúde. O programa inclui técnicas de busca refinada, mashups de mapas, processos de transparência, cartografias criativas, preparo de fotografias e vídeos para a postagem em sites e blogs, como criar um blog/wiki e apropriação dos espaços públicos como mídia. O objetivo principal do curso é oferecer aos jornalistas ferramentas e técnicas que possam contribuir não apenas para que estes profissionais abracem a “era digital”, mas que sejam capazes de utilizar estes novos conhecimentos em coberturas de temas diversos que vão desde saneamento e violência urbana até o rastreamento de contas públicas. E, assim, possam criar um projeto multimídia voltado para o interesse público, capaz de ter um forte e duradouro impacto social.” – 
    Este curso é patrocinado pela AT&T – ING. Vale citar que a AT&T financiou um curso nos mesmos moldes para jornalistas hispânicos no Centro de Jornalismo Digital, da Universidade de Guadalajara, no México, co-gerido pelo ICFJ.
  37. Agradeço aos orientadores do curso Maira Begalli e ao professor Fabiano Angélico pelas aulas e dicas.
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Baco nos Trópicos – conte sua história

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    Aromas e notas de vinhos por uma mulher: Vale do São Francisco – O Velho Chico recebe uma a… t.co/bu37sZEK
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